sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Museu da Imagem e do Som (MIS) realiza oficinas destinadas a deficientes visuais e auditivos


A oficina do MIS oferecerá uma programação que explora os sentidos e permite uma melhor compreensão das ofertas culturais e turísticas

A oficina do MIS oferecerá uma programação que explora os sentidos e permite uma melhor compreensão das ofertas culturais e turísticas
Estão abertas as inscrições para oficinas destinadas a pessoas com deficiência visual e auditiva no Museu da Imagem e do Som (MIS) de Campinas. São apenas 20 vagas para o programa que inclui 16 encontros a partir de 11 de março, todas as terças e quintas, das 14h às 16h, no museu.
Durante as oficinas, os participantes conhecerão o Palácio dos Azulejos, que abriga o MIS, visitarão exposições do museu e farão passeios a patrimônios da cidade como o Bosque dos Italianos e Fazenda Roseira, entre outros.
Ao longo de três meses, os participantes vão fazer uma imersão pelo acervo de músicas, fotografias e vídeos do MIS e vão produzir, coletivamente, uma exposição itinerante.
Uma equipe de quatro educadoras, formada pela artista plástica Cláudia Tosi, pela intérprete de Libras Letícia Navero, pelo ator Joaquim Andrade, e pelas especialistas culturais do MIS, Flávia Lodi e Juliana Siqueira, está encarregada de transformar os encontros educativos em descoberta e diversão aos participantes.
“As pessoas com deficiências visuais e/ou auditivas irão produzir uma exposição itinerante a partir da experiência das oficinas, que será aberta ao público em geral”, afirma Juliana, coordenadora técnica do projeto.
As atividades são gratuitas e o MIS oferecerá lanche e transporte em Campinas. As inscrições podem ser feitas por telefone ou e-mail (veja em Serviço). Não há limite de idade ou requisito para participar.
Sobre o projeto
O projeto foi proposto ao Programa de Ação Cultural (ProAc), do Governo do Estado de São Paulo, pelo Centro Cultural Louis Braille de Campinas, tendo o MIS como beneficiário. Um recurso de R$ 100 mil serão repassados e investidos, até junho deste ano, em formação da equipe do museu para a cultura da inclusão (que está em andamento), adaptação da exposição de longa duração com sinalização em braile, pisos táteis, maquetes táteis e disponibilização de vídeo-guias em LIBRAS, audioguias, além da ação educativa.
O princípio do projeto é o protagonismo das pessoas com deficiência, sujeitos e cidadãos iguais na diversidade. “Nada sobre nós sem nós” é o lema do movimento pelo direito das pessoas com deficiência e foi adotado pelo Centro Braille neste projeto.
O Centro Cultural Louis Braille de Campinas é uma entidade beneficente, sem fins lucrativos, com preponderância na área de Serviço Social e atividade secundária na Educação.
Serviço:
Inscrições para oficinas destinadas a pessoas com deficiência visual e auditivaLocal: MIS Campinas, Palácio dos Azulejos. Rua Regente Feijó, 859, Centro – CampinasInscrições: por telefone – (19) 3733-8800 (das 9h às 12h e das 14h às 17h). Por e-mail - pedagogiadaimagem@campinas.sp.gov.brLimite de vagas: 20. Não há limite de idade ou requisito para participarData: a partir de 11 de março, todas as terças e quintas, das 14h às 16h. São 16 encontros no total

Fonte: campinas.com.br

A casa nova do Palmeiras, que será entregue em junho, conta com projeto especial que irá tornar todos os setores do estádio acessível à cadeirantes

A casa nova do Palmeiras, que será entregue em junho, conta com projeto especial que irá tornar todos os setores do estádio acessível à cadeirantes
A casa nova do Palmeiras, que será entregue em junho, conta com projeto especial que irá tornar todos os setores do estádio acessível à cadeirantes

A Arena Palmeiras conta com 82% de suas obras concluídas e, além de ser um dos estádios mais modernos do mundo, será referência quando o assunto for acessibilidade. De acordo com a WTorre, construtora responsável pelas obras do Allianz Parque, que tem previsão de entrega para o mês de junho, pessoas com deficiência física contarão com espaços reservados em todos os setores do novo estádio do Verdão, e não em um só local, como por exemplo no estádio do Pacaembu.
Cadeirantes, pessoas com pouca mobilidade, ou obesos terão direito a mais de 100 lugares, aproximadamente 3% da capacidade total da Arena. O acesso à esses espaços será feito através de rampas e, provavelmente, elevadores e cada cadeirante terá direito a dois acompanhantes.
Segundo a construtora, várias pesquisas foram realizadas em todo o mundo para que o projeto do Allianz Parque fosse elaborado e todas as especificações estão dentro do padrão da Fifa.
Dois cadeirantes palmeirenses foram convidados para conhecer as obras do novo estádio e também testar a acessibilidade. Um deles é Gilberto Franchetta, presidente do Conselho Municipal de Pessoa com Deficiência. Em 1975, o palmeirense sofreu uma lesão na medula e, a partir daí, sofreu muito para ir ao estádio assistir as partidas do Palmeiras no antigo Palestra Itália. Mas Franchetta diz que os problemas de acesso ficarão somente no passado.
- “Agora, na Arena, todos os torcedores cadeirantes vão poder acessar os diversos setores sem problemas. O projeto foi aprovado pela Prefeitura. Estamos felizes por sermos respeitados enquanto torcedores e consumidores” - afirmou Gilberto Franchetta.
O outro palmeirense que também teve a chance de pôr em teste a acessibilidade da Arena Palmeiras foi o estudante de jornalismo Renan Barreiros, de 23 anos. Nascido com nanismo, o palmeirense usa cadeira de rodas desde sua infância, mas isso nunca o impediu de ir aos jogos do Palmeiras e agora vai ter uma experiência ainda melhor quando o novo estádio for inaugurado.
“Eu aprovei a acessibilidade do estádio. Não vejo a hora de a arena ficar pronta para eu ver um jogo do Palmeiras. Nenhum estádio vai ter tantos lugares para cadeirantes e um acesso tão bom quanto o Allianz Parque” - disse Renan.
Fonte: Vavel

Jovem brasileiro cria mão mecânica que reproduz sinais de LIBRAS


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A vida dos deficientes
 brasileiros não é nada fácil. É realmente difícil encontrar escolas públicas capazes de atender um aluno surdo de maneira eficiente, por exemplo – e não são todos os pais que têm o cuidado de matricular seus filhos em um colégio especial, dotado de professores qualificados para lidar com esse tipo de obstáculo na aprendizagem.

Foi pensando nisto que o carioca Tito Leal, estudante de mecatrônica na Escola Técnica Rezende-Rammel, se juntou aos seus amigos para desenvolver uma mão mecânica capaz de reproduzir os símbolos utilizados pela Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS). De acordo com o jovem, a ideia do projeto é auxiliar professores a instruir alunos especiais de uma maneira muito mais simples e envolvente, utilizando para isto um equipamento bastante acessível.

A mão mecânica se conecta a um computador e basta usar um software especial para fazer o membro artificial reproduzir as letras do português em LIBRAS. O aparelho é feito com placas de polipropileno, mesmo material usado em tábuas de corte de carne. Os movimentos da mão, por sua vez, são realizados por dedos feitos de correntes de bicicleta e são acionados por cabos de aço e de servomotores.

Tito afirma que sempre teve interesse nas áreas de robótica e automação mecânica. “Eu e meu grupo procurávamos algo dentro da mecatrônica que resolvesse um problema de grande relevância social. E quando decidimos o que fazer, recebemos todo o apoio necessário do nosso orientador”, afirma o jovem. “Conseguimos reproduzir seis sinais em LIBRAS com perfeição. Ainda não tivemos a oportunidade de testar em crianças com deficiência em alfabetização, mas o projeto foi muito bem recebido por quem entende a linguagem de sinais. Futuramente, o protótipo poderá ser implantado em feiras, shoppings e lojas, o que facilitará a vida dos surdos e mudos, que poderão se comunicar melhor com o mundo”, finaliza.

Fonte: Portal Inclusão

Software Participar - desenvolvido para a alfabetização e comunicação de deficientes intelectuais


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O “Software Participar”, foi desenvolvido para ajudar na alfabetização e comunicação alternativa (redes sociais) de jovens e adultos com deficiência intelectual.

A ferramenta, única do gênero no Brasil, foi pensada e desenvolvida dentro da UnB por professor e alunos do Departamento de Ciência da Computação, com o apoio pedagógico especializado da Secretaria de Educação do GDF.

Os vídeos (mais de 600) inseridos no software são de qualidade tal, que possam ser executados em computadores de escolas simples, localizadas nas mais distantes cidades, visto que muitos deles são antigos e com configurações defasadas.

O projeto foi totalmente construído sem financiamento, mas com a boa vontade e dedicação de muitos. Como o software é pioneiro, o aperfeiçoamento dele deverá acontecer à medida que, com seu uso, necessidades forem identificadas.

Existem ainda projetos em desenvolvimento no campo da profissionalização de deficientes intelectuais adultos, que necessitam de financiamento para sua finalização.

O que é?

É um software educacional de apoio a alfabetização e comunicação alternativa de jovens e adultos com de%uFB01ciência intelectual. É um projeto pioneiro e inovador no Brasil, no campo de inclusão digital e cidadania, já que o foco é especializado somente esse público-alvo.

Objetivo:

Servir como ferramenta de apoio a professores atuantes no processo de alfabetização de jovens e adultos com de%uFB01ciência intelectual. A metal final é que o educando passe a ser capaz de comunicar-se por meio de computadores, sendo foco as redes sociais (comunicação alternativa).

Público-alvo:

Jovens e adultos com de%uFB01ciência intelectual em processo de alfabetização, bem como professores desse ramo.

Equipe de trabalho:

Orientador: professor Wilson Henrique Veneziano (Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Brasília)
Programadores: Renato Domingues Silva e Tiago Galvão Mascarenhas Freire (alunos do curso de Computação – Licenciatura da UnB). Foi um trabalho de conclusão de curso.
Consultora pedagógica: pedagoga e psicóloga Maraísa Helena Borges Estevão Pereira (Federação Nacional das Apaes).
Produtora dos vídeos: UnBTV (direção, gravação e edição), sob a responsabilidade de Neuza Meller com apoio técnico da produtora Konim Comunicação.
Benefícios para a sociedade:
- Software de uso gratuito nas escolas públicas e Apaes.
Único software educacional de apoio à alfabetização de jovens e adultos com de%uFB01ciência intelectual em língua portuguesa, gratuito e focado nesse público.

Características gerais:

- Desenvolvido com base em requisitos educacionais do público-alvo, não em adaptações feitas para outros tipos de educandos;
- Testado e validado em caso real de uso por professores especializados em alfabetização de adultos com deficiência intelectual, bem como por educandos com diversas patologias no campo da deficiência intelectual;
- Está em uso experimental na Apae-DF e em escola pública e especializada mantida pelo Governo do Distrito Federal;
- Os recursos multimídia são focados neste público-alvo (não é infantilizado);
- Há recursos motivacionais e de interatividade com o professor e o educando;
- Estão presentes elementos que favorecem que o educando identifique-se com o software;
- Permite que seja agregado às demais ferramentas pedagógicas já em uso por professores especializados;
- Contém orientações ao professor;
- Pode ser utilizado em computadores modestos;
- É compatível com sistemas Windows e Linux;
- Produzido com ferramentas de código livre ou open-source;
- Direitos autorais registrados em nome da Fundação Universidade de Brasília.

Fonte: Portal Inclusão

Conheça acessórios para carro de idosos que aumentam a segurança e o desempenho na hora de dirigir

O envelhecimento traz mudanças que modificam o desempenho em várias atividades cotidianas, dentre elas dirigir. Habilidades cognitivas, sensoriais e físicas mudaram nesta etapa da vida, e para desempenhar a tarefa de dirigir de uma forma mais segura, achamos umas dicas de dispositivos que podem compensar algumas perdas (comuns) da idade.

Idosos que têm dificuldade na movimentação no quadril ou joelho podem se beneficiar com uma almofada giratória. A almofada é um assento giratório suave e flexível que permite girar facilmente, enquanto na posição sentada, e movimentar as pernas para dentro ou para fora do veículo.


Para complementar o uso da almofada giratória no assento existe uma adaptação “Handybar”, uma barra que facilita a entrada e saída do veículo. A barra é encaixada em um espaço presente no carro para travar a porta, criando um apoio que aumenta a segurança do idoso.



Entenda melhor como este dispositivo é usado:


Para quem tem dificuldade na mobilidade do ombro ou pescoço, um retrovisor com um campo de visão 180 ° (uma reflexão sem distorção) é uma excelente solução.  Hammer Schlemmer é o retrovisor que mostramos aqui, provavelmente existem outros com a mesma proposta, mas é importante garantir as características de reflexão sem distorção e com o campo de visão maior que o tradicional, atingindo os 180 graus.


Esta vista panorâmica permite ao motorista monitorar continuamente veículos próximos e mudar de faixa sem virar a cabeça. O espelho Hammer Schlemmer reduz automaticamente o brilho dos faróis de veículos à direita em 50%  sem a necessidade de ferramentas ou adesivos.

Ter uma câmera de back-up instalado na sua máquina dá-lhe um conjunto extra de olhos para o local de 10 a 20 metros cego atrás do seu veículo . O grande benefício de segurança é prevenir apoio sobre uma criança. O grupo nacional defesa das crianças , Kids e Cars.org , estima que a cada semana cerca de 50 crianças são apoiados sobre nos Estados Unidos ; 2-3 desses incidentes são fatais .

Câmeras de ré são outra opção para favorecer o desempenho e aumentar a segurança de idosos que dirigem.  Disponíveis em uma variedade de opções e preços nas lojas especializadas, estes recursos aumentam o ângulo de visão e favorece manobras em situações de pouca luz.



Fonte: Portal Inclusão

Jogos Paralímpicos de Sochi começam no dia 7 de março e o Brasil será representado por dois atletas


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Os Jogos Paralímpicos de Sochina Rússia, começam, oficialmente, em 7 de março, com a cerimônia de abertura. O Brasil, pela primeira vez na história, terá atletas na competição. No snowboard, disciplina estreante nos Jogos dentro do esqui alpino, o representante será o paulistano Andre Cintra, 34. No esqui cross-country, quem fará o debut brasileiro é o também paulistano Fernando Aranha, 35.


Andre teve a perna direita amputada após um acidente de moto, quando tinha 18 anos. O primeiro contato com o snowboard foi há quatro anos. Para se adaptar à modalidade, comprou uma prótese especial e, a partir de 2009, começou a competir. Andre foi o primeiro atleta brasileiro a conquistar uma vaga para os Jogos de Sochi. Em abril do ano passado, chegou à 18ª posição no ranking que classificou 32 snowboarders. Nesta terça-feira, 25, ele embarca para Suíça, onde fará a aclimatação final antes de chegar em Sochi, em 5 de março.

Fernando Aranha tinha contato com o esporte paralímpico antes de se aventurar na neve. O paulistano, que teve poliomielite e é cadeirante, já jogou basquete em cadeira de rodas, agora compete no ciclismo adaptado e no paratriatlo. Inicialmente, Aranha iria ao Jogos graças a um convite do Comitê Paralímpico Internacional (IPC) ao Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB). No entanto, o atleta, em dezembro do ano passado, conseguiu os índices necessários e, agora, chegará na Rússia por méritos próprios. O brasileiro já está em período de aclimatação nas montanhas do Colorado (EUA) e deve chegar em Sochi em 1º de março.

Além dos dois atletas, o Brasil desembarca na Rússia com dois profissionais da área de saúde (uma médica e um fisioterapeuta) e seis oficiais técnicos e administrativos. A participação do país nos Jogos de Inverno só foi possível graças à uma parceira do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) com a Confederação Brasileira de Desportos na Neve (CBDN).

O acordo entre as duas entidades, formalizado em maio do ano passado, visa o desenvolvimento de modalidades paralímpicas de inverno no país e consiste em apoio financeiro do CPB às iniciativas da CBDN no movimento paralímpico.

Os Jogos de Sochi vão reunir cerca de 600 atletas, de 44 países, durante nove dias de competição (8 a 16 de março). As modalidades do programa são biatlo, esqui cross-country, esqui alpino, hóquei e curling em cadeira de rodas. No total, serão 72 medalhas em disputa.

Perfis dos atletas

Atleta: Fernando Aranha Rocha
Data e local de nascimento: 10/04/1978, em São Paulo
Peso: 76kg
Altura: 1,63m
Classe funcional: LW11.5 (sitting)
Provas em Sochi: 15km (9/3, 3h*), 1km (12/3, 3h*) e 10km (16/3, 5h45*)
História: Por causa de uma poliomielite, Fernando Aranha teve o movimento das pernas prejudicado aos 4 anos. Aos 16, um amigo sugeriu que praticasse basquete em cadeira de rodas. Foi, então, que ele fugiu do orfanato em que vivia e foi ao Ibirapuera para conhecer um time. Começou a praticar o esporte e, a partir daí, passou a experimentar outras modalidades. Hoje, além do esqui cross-country, compete no ciclismo adaptado e no paratriatlo.

Atleta: André Cintra Pereira
Data e local de nascimento: 22/03/1979, em São Paulo (SP)
Peso: 77kg
Altura: 1,80m
Classe funcional: lower limb impaired (deficiência nos membros inferiores)
Prova: 14/3, 3h*
História: Aos 18 anos, André sofreu um acidente de moto e teve de amputar a perna direita um pouco acima do joelho. Há quatro anos, se interessou pelo snowboard e resolveu tentar se aventurar no esporte. Apesar de ter praticado surfe e skate antes de perder a perna, teve dificuldades no início da modalidade na neve. Equilibrar-se utilizando uma prótese era muito difícil. Em uma viagem aos Estados Unidos, ficou sabendo que existia uma prótese apropriada para a prática do esporte. Com o equipamento certo e as técnicas melhoradas, começou a competir entre 2009 e 2010.
*horário de Brasília

Fonte: Portal Inclusão

Mulher nascida no ES é reconhecida como a mais idosa com síndrome de Down


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Nascida no dia 27 de maio de 1936, em Santa Maria de Jetibá, na região serrana do Espírito Santo, Olga Gums mora atualmente em um sítio no distrito de Aparecidinha, no município de Santa Tereza, na mesma região, e leva uma vida saudável e alegre, segundo sua sobrinha-neta Pollyana Hoffmamm Gums, filha de um dos sobrinhos de Olga.

Com dez anos a mais do que a antiga recordista, o segredo da vitalidade de Olga Gums, segundo a sobrinha, é a boa alimentação e a vida tranquila que leva. Durante o dia, Olga toca gaita, passa boa parte do tempo em sua cadeira de balanço localizada na varanda da casa, reza e recebe visitas. "Ela adora abraçar e beijar, é muito alegre. Quem a visita não deixa de trazer um pão doce da padaria, ela adora!", conta.

Quanto à saúde de ferro, a sobrinha garante que qualquer limitação se dá mais pela idade do que pela síndrome. Enquanto fazia os últimos exames médicos para a realização de uma cirurgia de catarata até os médicos se surpreenderam com sua vitalidade. De acordo com a família, nem o exame do coração, nem o de sangue apontaram qualquer anomalia.

Segundo Pollyana, o único problema de saúde da tia-avó foi a catarata que a deixou cega de um olho, o outro conseguiu ser salvo após uma cirurgia que transcorreu tranquilamente. Conseguindo enxergar, a senhora identificou sua foto em um jornal local, entregue pela família. 

"Fizemos de tudo para que ela fosse reconhecida. Eu vi que existia esse recorde no site do RankBrasil e me informei sobre como inscrevê-la. Chegamos a procurar apoio dos órgãos públicos, mas não tivemos sucesso. Foi então que amigos e familiares se mobilizaram para providenciar todos os papéis, pagar as taxas da papelada e, finalmente, enviar tudo para o reconhecimento. Mostramos a foto dela no jornal local e ela sorriu", diz a sobrinha-neta.

Segundo Pollyana, a tia nasceu no município mais pomerano do país e é filha de pais pomeranos que vieram morar no Espírito Santo e se instalaram na região. Por isso, não fala português. "Ela nasceu aqui, mas só fala pomerano, como muitos. Tudo que é preciso falar em português é traduzido pela minha tia Sofia Gums que é sobrinha dela e é também quem cuida e mora com ela".

Caçula entre 11 irmãos, Olga irá comemorar 78 anos em maio deste ano e deverá viver muitos anos, garantem os familiares. A expectativa de vida das pessoas com Síndrome de Down até 1990 era de 50 anos.

"O recorde foi uma conquista batalhada exclusivamente pela família, infelizmente os deficientes ainda sofrem preconceito na atualidade, mas para nós é uma felicidade muito grande ter um membro familiar reconhecido. Ela é amada independente de qualquer cromossomo a mais. É tratada com muito respeito e carinho e devolve em dobro com sua alegria", afirma a sobrinha.

Pomeranos

A Pomerânia é uma província com 30.235 km localizada na costa do mar Báltico, ao norte da Polônia e da Alemanha. A língua pomerana, segundo a Prefeitura de Santa Maria de Jetibá veio com os imigrantes e é falada em cinco Estados do Brasil, tanto por adultos como por jovens e crianças.

Em 2009, o pomerano completará 150 anos de presença em solo espírito-santense. Estima-se que ali esta língua seja falada por cerca de 120 mil pessoas. No Espírito Santo, as comunidades pomeranas estão situadas numa faixa que se estende do sul até o norte do Estado, a partir de municípios da região serrana, desde Domingos Martins, passando por Santa Maria de Jetibá, Colatina, chegando a Vila Pavão, ao norte.

O povo, além de sua cultura e costumes, é conhecido no Estado por cultivar alimentos orgânicos, sem qualquer utilização de venenos agrícolas.

Fonte: Portal Inclusão

Mulher com metade do corpo surpreende médicos e se torna mãe

Marie Andrews Corpo menor é causado por problema grave de coluna que pode acarretar em quebra de ossos com uma simples tosse.
Marie Andrews é uma mulher de 31 anos que tem problemas graves na espinha, o que causou mais de 200 fraturas durante sua vida. Mesmo assim ela consegue surpreender quem acha que sua vida não pode ser levada com normalidade.
A mulher de Milton Keynes, Bucks, acaba de realizar seu sonho: se tornar mãe. Marie tem a espinha severamente torcida, além de ossos frágeis e vive em uma cadeira de rodas. Uma simples tosse pode quebrar uma de suas costelas.
Ela e o marido Dan, de 32 anos, tiveram um filho, Mark, a quem ela promete dar o melhor para ser uma excelente mãe. Marie diz que é difícil fazer tudo para o filho, mas ajudá-lo no dever de casa e abraçá-lo já será sua recompensa.
Fonte: Primeira Edição

sábado, 3 de agosto de 2013

Pavilhão de Exposições mais moderno e acessível com recursos do PAC do Turismo

Pavilhão de Exposições mais moderno e acessível com recursos do PAC do Turismo

O prefeito Fernando Haddad, o ministro do Turismo Gastão Vieira e o presidente da SPTuris, Marcelo Rehder, assinaram no último dia 1º de agosto convênio que garante recursos para o desenvolvimento do turismo e aumento de acessibilidade em áreas de grande visitação em São Paulo.


Entre os espaços beneficiados com recursos do PAC do Turismo está o Pavilhão de Exposições do Anhembi, que recebe as principais feiras de negócios do País e visitantes de todas as partes do mundo.

Pelo convênio, serão investidos R$ 60 milhões para a modernização da estrutura e aumento de acessibilidade do Pavilhão.

As intervenções contemplam a reforma do piso e da rede elétrica - além de adequação do espaço para receber Pessoas com Deficiência e Mobilidade Reduzida.




O PAC do Turismo destinou recursos também para o Autódromo de Interlagos e a construção da Fábrica do Samba. Ao todo, serão quase R$280 milhões para o desenvolvimento do turismo.

Outros R$ 19,5 milhões serão destinados a obras de melhoria de acessibilidade em rotas turísticas da cidade e preveem o calçamento em locais como o Mercado Municipal, Consolação, Parque do Ibirapuera, entre outros.

Fonte: Anhembi.